“Nova Associação” para breve?

Dezenas de associações e praticantes todo o terreno têm no último mês trocado informações para criação de associação representativa.

O atual impasse deve-se exclusivamente a movimentações e indícios de possíveis alteração na atual FPTT.

O projeto não está abandonado, até pelo contrário, tem sido um assunto amplamente debatido nos “bastidores” cuja informação tem vindo a público a conta gotas e de forma controlada. Sabemos ainda que foram travados contactos fortes com autarquias que abriram as portas a um eventual apoio e condições especiais para receber esta nova associação, dado que a mesma está a ser desenhada para obter o estatuto de associação de utilidade pública nos primeiros 3 anos de atividade, ao abrigo do Decreto-Lei nº 391/2007 e enquadrada no regime contabilístico aprovado pelo Decreto-Lei n.º 36-A/2011, de 9 de Março.

A acontecer, teremos uma federação reconhecida em 3 anos, até lá, uma associação representativa à imagem da já existente.

Algumas associações têm procurado interagir com este projeto, umas de uma forma mais intensa que outras, no entanto o feedback tem sido positivo e as pressões para um avanço rápido tem sido bastantes.

Curiosamente as associações que têm manifestado o seu descontentamento com a atual conjuntura e representação do todo o terreno encontram-se maioritariamente a Norte do país, atendendo a que nesta zona há uma maior concentração de associações e praticantes.

A novo Associação certamente vai ter em consideração também o centro e sul, a abrangência deve ser total, a filiação, apoios e colaboração devem chegar a todo o país de igual forma.

Temos conhecimento que também que existem contatos com o intuito de celebração de protocolos que visam apoiar não só esta associação mas também as associações filiadas, ora de forma direta ora de forma indireta, aliviando também eventuais despesas que não devem recair sobre os filiados.

Por fim e para terminar, estrategicamente estuda-se a possibilidade da implementação de filiados individuais além dos filiados coletivos para que estes possam praticar a modalidade usufruindo de todos os apoios e informação que possas ser disponibilizados.

Sabemos que há riscos nesta última proposta, riscos esses que estão a ser ponderados para que o impacto seja o menor possível junto das associações, até porque terá as suas limitações no que diz respeito aos serviços.

Mais informações brevemente, entretanto quem pretender acompanhar alguma informação extra que vai sendo disponibilizada e debatida, pode seguir o assunto via facebook no seguinte tópico: Tópico

Falta o momento ideal para o lançamento que está a ser estudado de forma a que os danos colaterais sejam os menores possíveis para as atuais estruturas.

Nota: A Marca Portugal4x4 é alheia a este assunto, sendo da responsabilidade da mesma a livre divulgação pela liberdade de imprensa que lhe é concedida.

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