Federação Portuguesa Todo o Terreno volta a perder!

logo fptt orig18-Agosto-2017
Do processo já divulgado, a Federação Portuguesa Todo o Terreno apresentou recurso para o Tribunal da Relação e como foi adiantado pela lista que luta pela mudança encabeçada por Raul Costa na qualidade de dirigente do Clube Terra a Terra, dificilmente o recurso apresentado iria obter resultados favoráveis à FPTT, e assim foi, a equipa fazendo-se representar pelo seu mandatário Dr. Abel Marques, apresentou alegações que originaram com que o Tribunal rejeitasse o recurso bem como o aperfeiçoamento do mesmo, ou seja, não terá a FPTT direito a qualquer outro recurso relativamente a este processo, passando assim de presumivel culpada a declarada CULPADA.

Será agora executada a sentença quer por aceitação da FPTT ou por execução judicial, fica nas mãos desta a sua escolha.

Mais uma vez o todo o terreno sai vencedor de mais um processo que não será o último, até porque não foi dada outra hipótese se não a luta judicial pela liberdade da modalidade.

Raul Costa, responsável pelos processo interpostos assume:

A luta está a ser demasiado fácil, mas morosa, no entanto os resultados vão aparecendo e vão continuar a aparecer, pois só baixaremos os braços quando acharmos que foi feita justiça e que o todo o terreno fica livre de todo um conjunto de interesses que não os da modalidade ou das associações que alimentam uma série de Lobbies… não pararemos custe o que custar.

Infelizmente, chegámos a uma fase do processo que vai haver demasiados danos colaterais pelo que apelamos às associações que tenham precaução no que diz respeito às ligações com a FPTT ou às modalidades que a FPTT supostamente controla!

Temos medido todos os passos para minimizar danos colaterais, mas ficámos sem saída. Não temos mais como não avançar e assumir que a forma com que a FPTT tem gerido todos os processos vai de facto prejudicar diversas áreas do todo o terreno, nomeadamente o Trial e Navegação, sendo a FPTT, quem pactuou com todo o processo e participou dele, efetivamente os principais responsáveis! Avisámos a tempo de poupar estas modalidades de sofrerem as consequências da gestão danosa a que todo o processo a que a FPTT ficou sujeita, portanto, foi uma escolha dos envolvidos e não uma consequência!

Ao longo do processo temos tido algumas surpresas caricatas, nomeadamente a associação da “secretária da FPTT” ao “presidente da FPTT” em empresa externa alegado no primeiro processo, mas temos mais, muito mais, o suficiente para acabar com a festa de uma vez por todas, com resultados práticos imediatos, mas que temos tentado não levar por diante, até que sejamos forçados a isso, até lá, será documentação confidencial.

Contrariamente ao alegado no recurso com menção ao meu nome, Raul Costa, dispensa qualquer comentário pois conseguem fazer acusações mas não têm a capacidade de constituir prova ou fundamentar em tribunal tudo o que alegam, nem em sua própria defesa quanto mais na acusação!

Se pensavam que eram ameaças, ficaram com a resposta, se não acreditaram no que dissemos que iríamos fazer, façam o especial favor de continuar a não acreditar mas podem ter a certeza, que a justiça vai ser feita quer gostem ou não!

A modalidade vai ser devolvida aos praticantes e associações que lutam por ela!

Não queria deixar de agradecer, em meu nome, em nome do Clube Terra a Terra, a todas as associações que se uniram a esta causa e que têm manifestado das mais diversas formas a sua satisfação com a luta travada.

 

O Portugal4x4 divulga os casos mais importantes, no entanto à comunicados pontuais que são lançados na página de facebook  da candidatura que desde já convidamos a visitar! aqui!

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