Monthly Archives: Junho 2016

Chegou o verão, mas nem por isso o Campeonato Nacional de Trial 4×4 vai de férias. Depois deValongo, Mação e Chaves, a competição continua por terras de Trás-os-montes. Bragança recebe pelaprimeira vez uma prova da competição, com a Associação TT sem Limites ao volante da organização.Será a 7 de agosto, tempo de férias… e por isso de muitos emigrantes na região. É por isso esperadauma grande moldura humana para a 4.ª prova do Campeonato Nacional de Trial 4×4.
Com várias equipas no distrito de Bragança a competir no CNTrial4x4, vários municípios queriamgarantir uma prova na região. Ganhou “a corrida”, Bragança com a jovem Associação TT Sem Limites aa abraçar este desafio.
À chegada a Bragança, Bruno Nunes (NPower 78) lidera a classificação geral da Absoluto, comos mesmos pontos de António Henriques (Mister Reboques). O piloto de Murça é também o líder daSuper Proto. Na classe Extreme é António Silva quem lidera com 1 ponto de vantagem sobre PedroAlves. Na classificação geral da classe Proto, depois de 3 provas António Henriques é o líder da classeProto, com mais 6 pontos do que Rui Rocha. Na Promoção Rui Policarpo lidera com 6 pontos devantagem sobre João Fernandes e nos Buggy/UTV João Lopes continua na frente da geral com 6pontos de vantagem.
No dia 6 de agosto realizam-se as verificações técnicas e parque fechado na Praça CavaleiroFerreira, bem no centro da cidade de Bragança. À noite, a organização oferece o jantar às equipas e aoseu staff um jantar que será um grande momento de convívio para todos os envolvidos. No domingo, 7de agosto há prólogo a partir das 10H e a resistência começa às 14H30. A pista é na aldeia de S.Pedrodos Serracenos.

Programa Oficial

Sábado: 06/08/2016
16h00 / 20h00 -Secretariado, verificações técnicas e administrativas
16h00 / 20h00 – Parque fechado na Praça Professor Cavaleiro Ferreira
20h30 – Briefing c/ pilotos/navegadores/chefes equipa (Salão Nobre do Teatro Municipal)
21h00 – Jantar em Alfaião para as equipas e o seu staff
23h00 – Festa 4×4 nos bares aderentes (Entrega de vouchers de oferta nas verificações)

Domingo: 07/08/2016
08h30 / 09h00 – Abertura parque fechado
08h00 / 10h00 – Secretariado, verificações técnicas e administrativas (Alternativa no local prova)
09h00 – Deslocação até local da prova
10h00 / 12h00 – Prologo para qualificações pré-grelha
12h15 – Publicação de tempos
13h00 / 14h00 – Pausa para almoço
13h30 / 14h00 – Entrada em Parque Fechado / Grelha de Partida
14h15 – Neutralização/Briefing
14h30 / 17h30 – Prova Resistência Campeonato Nacional Trial 4×4 (3 horas)
15h30 / 17h30 – Prova de Resistência Classes da Promoção e TT Utv’s/Buggy’s (2 horas)
17h45 – Divulgação das classificações Oficiais Provisórias
18h15 – Divulgação das classificações Finais Oficiosas
18h20 – Cerimónia de entrega dos prémios

Direcção da Prova e outras Informações:
Associação TT Sem Limites
Presidente: Fernando Gomes | +351 919523556
Diretor Prova: Marco Teixeira | +351 938079659
E-mail: ttsemlimitesbraganca@gmail.com
Informações e Documentos obrigatórios CNTrial4x4: Informações e Documentos obrigatórios CNTrial4x4:
Antero Bessa: 966501745 | geral@cntrial4x4.com l www.cntrial4x4.com
Secretariado: Vitor Martins | +351 919 666 501

Contatos Emergências:
Bombeiros Voluntários Bragança: Telefone – 273 300 210
Policia Segurança Publica de Bragança: Telefone – 273 303 400
Guarda Nacional Republicana de Bragança: Telefone – 273 300 570
Centro Hospitalar de Bragança: Telefone – 273 331 233
Como Chegar / Coordenadas GPS:
Parque Fechado:
41.8069684 | -6.7609864
Pista
41.763153 | -6.760340

Onde Dormir:
Hotéis:
São Lazaro (1,6 km do centro) – 273 310 070
Ibis Bragança (1,1 km do centro) – 273 302 520
Hotel Turismo (2,1 km do centro) – 273 310 700
Hotel Tulipa (0,3 km do centro) – 273 331 675
Pousada Bragança (1,3 km centro) – 273 331 493

Residenciais:
Residencial TicTac (0,1 km centro) – 273 331 373
Residencial Shalom (1,2 km centro) – 273 331 667
Pousada Juventude (0,6 km centro) – 273 329 231

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 photo Logo CRTR Dubai Club 2016_1.jpgNo próximo fim-de-semana, dias 18 e 19 de Junho, disputa-se a 3ª prova do Campeonato Regional Trial Resistência “CRTR – Dubai Club”. Uma organização do Núcleo 4×4 do Clube Desportivo e Cultural do Porto Moniz.

Esta jornada dupla de trial resistência decorrerá na já bem conhecida Pista dos Lamaceiros, concelho do Porto Moniz. Para este evento estão inscritas um total de 14 equipas, sendo uma delas em estreia absoluta nesta vertente do todo-o-terreno, assim como uma outra equipa irá estrear uma nova viatura.

O programa oficial arranca às 17h30 de sábado na frente mar da Vila do Porto Moniz com as importantes verificações técnicas e documentais. Tratar-se-á igualmente de uma excelente oportunidade para os aficionados do todo-o-terreno tomarem um contacto mais próximo com as equipas e respectivas máquinas do “CRTR-Dubai Club”. Depois de verificadas, as viaturas ali permanecerão em exposição até ao reagrupamento, que as levará em caravana desde o centro do concelho até à Pista dos Lamaceiros.

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Uma grande novidade nesta 3ª prova é o formato do Prólogo, que desta feita será noturno, decorrendo precisamente entre as 21h00 e as 23h00, com as duas classes, “Promoção” e “Extreme”, a lutarem pelo melhor tempo num traçado mais rápido e menos técnico preparado pela organização, apurando-se no final a volta mais rápida ao circuito e a respectiva ordem da grelha de partida para as corridas do dia seguinte.

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Prevêem-se momentos de grande espectacularidade na noite nortenha, já que ao som e desempenho das máquinas juntar-se-á o brilho dos sistemas de iluminação das mesmas, proporcionando imagens de rara beleza.

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Uma nota sempre importante para o facto de que aos vencedores do Prólogo ser atribuído 1 ponto a contar para a classificação geral do campeonato, o que atesta bem a importância que as equipas darão a esta fase do evento, prometendo grandes momentos de adrenalina ao longo deste inicio de noite de sábado. Como complemento a toda a acção de sábado á noite, depois do Prólogo a animação continuará na pista dos Lamaceiros, desta feita com discoteca ao ar livre.

Para domingo estão reservadas as 2 corridas de 2 horas de Trial Resistência, sendo que a Classe Promoção terá a sua corrida entre as 13h00 e as 15h00 e a Classe Extreme entre as 16h00 e as 18h00.

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Mais uma vez o Núcleo 4×4 do Clube Clube Desportivo e Cultural do Porto Moniz tem preparadas duas desafiantes pistas, em que as equipas verão postas à prova toda a sua destreza na superação de obstáculos, assim como as capacidades físicas e psicológicas de homens e máquinas.

Relembre-se que neste momento, após a segunda etapa do “CRTR – DUBAI CLUB” disputada em Abril, a classe “Promoção” é liderada pela “Vulcanizadora 25 de Abril” com 31 pontos, seguidos da “Land 4×4 Madeira” com 25 pontos e do “Team Fora de Estrada” com 20 pontos.

Na classe Extreme, após as duas provas disputadas é a “Auto Prestígio” que vai na frente com 18 pontos, sendo que a “Auto Palmeira” também tem 18 pontos mas com menos voltas completas no conjunto das duas provas já realizadas. Na terceira posição está classificada a “Madventure4x4” com 16 pontos.

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Veículos todo-o-terreno abrem ferida atrás de ferida na costa alentejana

A falta de meios de vigilância permite a progressiva destruição da biodiversidade provocada por veículos todo-o-terreno nas zonas dunares e onde existem charcos temporários.

Aquele que é hoje o Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (PNSACV) começou por se chamar área de paisagem protegida, um título que hoje não passa de uma memória estraçalhada pelas feridas entretanto infligidas neste litoral. As dunas, uma das suas imagens de marca, são devassadas, abrindo-se no seu flanco múltiplos trilhos que as põem em risco. Como em risco estão os charcos temporários, abrigo de várias espécies ameaçadas, e que estão indefesos perante as investidas dos visistantes.

A zona dos Aivados no concelho de Odemira, em pleno PNSACV, foi o local escolhido pela organização do 12º Festival Terras sem Sombras para realizar, no início do mês, uma das suas acções de sensibilização sobre a importância da biodiversidade, focalizada na importância da preservação dos charcos temporários. José António Falcão, director do Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja (DPHADB), entidade organizadora do festival, descreveu um cenário preocupante: “Vimos quase uma dezena de trilhos lado a lado abertos por moto-quatro, motas e jipes, numa área de grande sensibilidade ambiental”.

Ao longo de percurso que realizaram, numa distância de seis quilómetros, os sinais de “vandalismo assumido” eram patentes até na destruição das placas que assinalavam os percursos permitidos. Assim como nas atitudes de turistas que circulavam em moto-quatro “em cima das dunas, numa acção muito agressiva”, descreve António Falcão. As auto-caravanas em zonas protegidas foi outras das incongruências assinaladas, a par de trilhos abertos pela força dos veículos todo-o-terreno e que em muitos pontos atravessam os valiosos charcos temporários.

Manuel João Pinto, biólogo na Faculdade de Ciências de Lisboa e que já há 25 anos que estuda a zona dos Aivados, confirmou ao PÚBLICO a devassa que ali ocorre. “Há cada vez mais trilhos em zonas protegidas”, facto que está a conduzir a um grave problema que é comum a todo o Alentejo: “A aramagem sistemática das propriedades, alegando-se razões de segurança”, diz o especialista, alertando para as consequências resultantes da vedação das propriedades, que acabam por se transformar em “impedimento à circulação da fauna terrestre”, afectando desta forma a manutenção da biodiversidade.

Referindo-se à destruição de charcos temporários, João Pinto lembra que, nos anos 90, fez um levantamento deste tipo de zonas húmidas e foram contabilizados mais de uma centena. Dezenas deles “desapareceram entretanto”, sobretudo na zona sul do parque natural onde está instalado o perímetro de rega do Mira. Na zona norte, que engloba os Aivados, “também despareceram” alguns, mas em menor escala.

A drenagem dos terrenos onde se localizam as zonas húmidas “já existia em 1958 mas não tinham as características que têm hoje”, salienta o biólogo, destacando a abertura de “valas de drenagem tão fundas quanto o possível”, que por vezes chegam até à rocha ou à camada argilosa e endurecida que fica por debaixo dos charcos temporários, para retirar a água.

O Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) “está desprovido de meios ” técnicos e de pessoal, para fazer a vigilância de um território com 85 mil hectares de área e que abrange os concelhos de Sines, Odemira, Alzejur, Vila do Bispo e Monchique, assinala a bióloga Ana Paula Canha que juntamente com Carla Pinto Cruz elaboraram um Plano de Gestão de Charcos Temporários.

Ana Paula realça a existência de “plantas endémicas – algumas delas muito raras e que só existem na Península Ibérica – e que se encontram ao lado dos trilhos” utilizados por quem conduz as moto-quatro. “Corremos o risco de perder o resto dos charcos”, admite a bióloga que é professora na escola secundária de Odemira, frisando que estas zonas húmidas “têm espécies únicas”, tanto vegetais como animais.

Na agricultura tradicional, que foi desaparecendo do interior do parque natural, “o charco era sempre zona natural e um dos sítios mais ricos de anfíbios de Portugal e um mosaico único de biodiversidade”, que agora corre o risco de se perder, conclui a bióloga, frisando que neste momento se luta para salvaguardar “os que ainda existem”.

“O quadro descrito resulta em grande medida do significativo aumento da procura dos espaços naturais costeiros, e muito em particular das áreas do PNSACV, o que tem como resultado situações de conflito, nomeadamente por circulação e estacionamento de viaturas em áreas interditas”, reconhece, ao PÚBLICO, Valentina Calixto, directora do Departamento de Conservação da Natureza e Florestas do Algarve.

A “fragilidade dos ecossistemas dunares” é posta em causa pela circulação de viaturas todo-o-terreno já que “resulta numa destruição da vegetação e em alterações das características topomorfológicas que se mantêm visíveis ao longo do tempo, frequentemente durante anos”, confirma Valentina Calixto.

Apesar de toda a sensibilização que as várias entidades públicas com responsabilidades na gestão do parque natural têm vindo a realizar, “continua a verificar-se a ocorrência de situações irregulares, muitas das quais alvo de autos de notícia”, acentua a directora, destacando os investimentos já realizados ou em projecto no ordenamento das acessibilidades à linha de costa, nomeadamente na instalação de parques de estacionamento.

Referindo-se à escassez de meios humanos para exercer a fiscalização do território afecto ao parque natural, salienta que os serviços “têm exercido a suas competências ao longo dos anos com constrangimentos, o que tem fragilizado a obtenção dos resultados desejados”. No PNSACV encontram-se “em permanência” seis vigilantes da natureza, precisa Valentina Calixto.”

Fim de artigo do Público

Após ler-mos o artigo e quando se fala na falta de meios de vigilância, questiona-se, se são necessários meios de vigilância para aprovação de abertura de pedreiras em pleno Parque natural da Serra da Arrábia, cremos que não, mas é necessário sim estudos de impacto ambiental, levantamentos topográficos que são necessário para implantação, sendo inequívoco os limites de área protegidas ou reservas ecológicas a quando da aprovação, situação que para os praticantes de todo o terreno ou simples transeuntes não têm como saber, ainda assim a realidade é esta, duas pedreiras em pleno Parque Natural

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Se descermos um pouco mais para a Costa Alentejana e no que refere a dunas que segundo a legislação em vigor, proíbe a circulação e alteração às condições naturais… encontramos:

A distancia à praia são de 700 metros

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A Etar está a 500m da praia!
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Agora, qual será o peso e a degradação à passagem de veículos quando se fazem construções desta natureza como as que podemos ver acima numa pesquisa que não demorou mais que 10 minutos, acreditando ainda que outros crimes contra a preservação da natureza ocorrem em solo nacional mesmo quando a legislação o proíbe!

Neste artigo os praticantes de todo o terreno são criminalizados por não saberem os limites dos parques naturais ou reservas, por falta de sinalização, no entanto a construção de uma Etar em plena duna primária, campos de golfe entre outras construções não são alvo de qualquer artigo por parte do mesmo jornal!

Autor: Raul Costa (Portugal4x4)

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Em setembro a Almont4wd volta a promover um evento um evento à altura dos fins a que se destina.

 

Segundo sabemos servirá para ajudar na investigação contra o cancro infantil… O Portugal4x4 deseja o maior sucesso do mundo para mais esta edição.

Vídeo Promocional

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