Daily Archives: 7 de Janeiro de 2013

Campeonato Nacional Trial 4×4
São muitas as novidades para 2013

Depois da consagração dos campeões nacionais, é tempo de apressar o campeonato para 2013. O sucesso alcançado nas duas últimas edições do campeonato nacional de trial4x4 a cargo do Clube Todo-o-Terreno Trilhosdo Nordeste em parceria com os clubes associados e, sob a égide da Federação Portuguesa de Todo Terreno Turístico Trial e Navegação 4×4, deixa em aberto elevadas expectativas quanto a mais uma edição. Desta forma e, seis semanas apenas desde a brilhante gala que fortaleceu o encerramento da temporada de 2012, jáse profetiza a terceira edição desta nova etapa do CNTrial4x4. A apresentaçãodo CNTrial4x4/2013 terá lugar no próximo dia 12 de Janeiro (sábado) a partir das 19 horas no Restaurante «O Assador.pt», na zona industrial do Porto, sendo aclaradas as grandes novidades para esta temporada, no que respeita ao calendário, regulamentos e novas categorias: CNTrial4x4, Taça Rock Crawler, Classe promoção/Extra Campeonato. Um evento que a exemplo dos anteriores contará com a presença da comissão organizadora, Clubes, Federação, pilotos, navegadores, comissários, mecânicos, amigos, aficionados e comunicação social.

A organização do CNTrial4x4 antecipou algumas medidas para este ano,com vista a continuar a dignificar a competição e os principais investidores, criando em tempos de crise, novas soluções menos dispendiosas para as equipas e organizadores, obrigando a alguns cuidados da elaboração do caderno de encargos de cada prova. O calendário passará a contemplar seis provas, sendo que as inscrições serão ligeiramente mais económicas. O parque fechado voltará a ser reeditado a exemplo de 2011 possibilitando uma maior dinamização das regiões onde se irão realizar as provas, com as equipas a poderem efectuar as verificações técnicas e documentais na tarde do dia que antecede aprova – sábado.

A classe Promoção, estreada com grande afluênciana derradeira provade 2012 – Paredes, será integrada neste ano no CNTrial4x4 em moldes idênticos aos testados, como prova extra campeonato, assim como a continuidade da Taça Rock Crawler.

O briefing voltará a realizar-se no dia anterior à prova (sábado à noite), sendo obrigatório a presença de um dos dois elementos da equipa, piloto ou navegador. Será realizado um prólogo matinalno dia deDomingo. Esta nova nuance visa escalonar a grelha de partida paraas 3 horasde resistência. Continuará a haver prémios monetários e taças no final do campeonato, sendo que para o campeão nacional serão destinados 3.000 Euros.

No aspecto regulamentar a organização introduziu algumas alterações que visam, no entender dos responsáveis, criar uma maior igualdade nos aspectos desportivos em prol do espectáculo, imagem, segurança e redução de custos. Os Regulamentos particulares de cada competição poderão ajudar a compreender o restante desenvolvimento das provas, sendo os mesmos disponibilizados no site: www.cntrial4x4.com, logo após o anúncio e aprovação dos mesmos. Quanto aospneus a utilizar nas viaturas a competirem no CNTrial4x4 a medida máxima permitida será de38 polegadas. Para esta nova temporada, a imagem da competição e dos competidores continuará a assumir extrema importância na forma como a organização do CNTrial4x4 pretende envolver os agentes da comunicação social, num pressuposto promocional dando continuidade aos compromissos já assumidoscom a RTP2 com o programa “Trial Magazine 4×4”;a Sporttv com o rescaldo das provas ecom um novo canalLocal Visão (199na Zon Box e Meo), vários órgãos de comunicação social locais, entre outros meios.

Programa:
19h00 – Recepção no“O Assador.pt”
19h30 – Inicioda Apresentação do CNTrial4x4 2013
21h30 – Encerramento

Gabinete de imprensa:
press@cntrial4x4.com / 925979225

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Após uma segunda jornada francamente positiva, com a subida ao 9º lugar da classificação geral, Carlos Sousa e Miguel Ramalho tiveram hoje um dia verdadeiramente infeliz na dura etapa que ligou Pisco a Nasca, num total de243 kmcronometrados. Logo ao km23, adupla portuguesa evitou a custo um concorrente parado à saída de uma duna, acabando por desviar-se para uma zona de areia mais fina, perdendo quase meia hora para regressar à corrida. Mais à frente, nova paragem de 10m para retirar a proteção dianteira do Great Wall, que tinha ficado solta após o incidente anterior… Contas feitas, um atraso de 52m47s para o mais rápido do dia e uma descida ao 17º lugar da geral. Amanhã, começa nova recuperação…

Como prometido pela Organização, as dificuldades não param de aumentar a cada dia, de tal forma que os desafios da véspera não foram mais do que um aperitivo para o que esperava os concorrentes nesta terceira jornada do Dakar, disputada entre Pisco e Nazca, num total de243 kmcronometrados.

Sem tempo para apreciarem a paisagem, uns curtos4 kmseparavam o acampamento da partida para a especial cronometrada, cuja parte inicial era também a mais seletiva de toda a tirada, especialmente à passagem do km 23, onde estava assinalada uma sequência de dunas de muito difícil transposição.

Infelizmente para Carlos Sousa e Miguel Ramalho, a história desta terceira etapa começou a ser escrita precisamente aí: “Começamos muito bem a especial e tínhamos já passado as primeiras dunas. Mas quando o pior já parecia ter passado, tivemos que nos desviar bruscamente de um carro, ficando presos numa zona de areia bastante complicada”, recorda Carlos Sousa, que perderia quase meia hora para conseguir regressar à corrida.

Mas esta não seria a única dor de cabeça para a dupla nacional no difícil percurso até Nasca, já que poucos quilómetros depois “a proteção dianteira do carro começou a soltar-se e a bater no chão, obrigando-nos a nova e prolongada paragem para a retirar”.

Daí até final, “foi sempre a apanhar pó dos muitos carros e camiões que nos passaram… Ainda arriscamos algumas ultrapassagens, mas a dada altura achei que era melhor não correr mais riscos, até porque estava já muito desgastado fisicamente”, admitiu o piloto da Great Wall, que perderia um total de 52m47s para o mais rápido, Nasser Al-Attiyah, baixando ao 17º lugar da geral, a pouco mais de 24m de um lugar no Top-10

“Enfim, vamos ter que iniciar nova recuperação já a partir de amanhã, numa etapa que se antevê muito complicada, tal como aconteceu no ano passado. É verdade que a esta altura o atraso já parece significativo, mas estamos ainda no terceiro dia do Dakar e a corrida ainda é longa até final”, concluiu o experiente português.

   

Amanhã, a competição sobe uma vez mais de nível, de tal forma que esta quarta etapa, entre Nazca e Arequipa, num total de429 km, é considerada pela Organização como a mais difícil desta primeira semana.

Após a dolorosa descoberta no ano passado, a experiência promete ser ainda pior em 2013, com os intermináveis campos de areia fina a esperam os concorrentes logo ao começo da especial, num martírio que se prolongará por288 km, sempre junto à costa do Pacífico, até à vertiginosa descida final, capaz de causar calafrios até aos mais destemidos.

 

CLASSIFICAÇÃO – ETAPA 3

Cl. Piloto/Navegador Carro Tempo/Dif.
1º Al-Attiyah/Cruz Buggy 2h30m14s
2º Gordon/Walch Hummer a 1m18s
3º Peterhansel/Cottret MINI a 3m52s
4º Alvarez/Graue Toyota a 9m36s
5º Roma/Périn MINI a 12m20s
(…)
18º ZHOU/MAIMON GREAT WALL a 33m31s
27º SOUSA/RAMALHO GREAT WALL a 14m33s

GERAL APÓS ETAPA 3

Cl. Piloto/Navegador Carro Tempo/Dif.
1º Peterhansel/Cottret MINI 5h34m26s
2º Al-Attiyah/Cruz Buggy a 6m33s
3º Alvarez/Graue Toyota a 18m11
4º Novitsiy/Zhiltsov MINI a 21m10s
5º Sainz/Gottschalk Buggy a 21m16s
(…)
17º SOUSA/RAMALHO GREAT WALL a 1h04m43s
19º ZHOU/MAIMON GREAT WALL a 1h12m07s

 

Fonte: atelierdocaractere

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No ano em que Hélder Rodrigues melhor se preparou para o Dakar e onde se apresentou com justificadas ambições, o piloto português está a ter um início de prova um pouco complicado. Depois de uma arreliadora falta de gasolina que ontem o obrigou a esperar pela ajuda do seu companheiro de equipa Javier Pizzolito, a situação repetiu-se hoje, depois de uma etapa em que o piloto sentiu algumas dificuldades em impor, aos comandos da sua Honda CRF 450X, o ritmo forte necessário para recuperar o tempo perdido.

No final da etapa os técnicos da Honda, juntamente com o piloto trabalharam intensamente no sentido de encontrar a origem do problema, de modo a que ele não se volte a repetir. Hélder Rodrigues acredita todavia que esta situação se irá ultrapassar e que apesar dos minutos de atraso já registados, ainda falta muito Dakar para disputar e para superar esta fase menos feliz.

“O Dakar ainda está no início e como já deu para se perceber a edição deste ano vai apresentar dificuldades muito superiores às dos anos anteriores. Estou confiante de que vamos ultrapassar estas complicações iniciais – é necessário ter em linha de conta que este projecto do Team HRC é muito recente e que a nossa Honda ainda está numa fase de desenvolvimento – e que vamos conseguir mostrar todo o nosso valor”, salientou o piloto da Honda, Red Bull e TMN.

Segundo a organização da prova a etapa de amanhã, é a etapa rainha da primeira semana deste Dakar 2013. Com um sector selectivo de429 quilómetroso início da especial vê as dunas sucederem-se ininterruptamente num mar de areia sem fim desafiando pilotos e mecânicas.

  

 

PR_HelderRodrigues_Dakar 2013_07 de Janeiro de 2012
Fonte: A2 Comunicação 

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